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Entenda a Psicologia ABA


ABA significa Análise do Comportamento Aplicada que é uma abordagem baseada em princípios científicos que tem sido identificada como uma das formas mais eficazes na intervenção a crianças diagnosticadas com autismo. Essa área do conhecimento está centrada na análise, explicação a associação entre ambiente, comportamento humano e a aprendizagem. Uma vez que o comportamento é analisado, um plano de ação pode ser elaborado para modificar aquele comportamento.


A utilização do ABA requer a elaboração de uma estruturação do ensino, com objetivos claros e intervenções individualizadas, adequado às necessidades de cada criança, um ensino basicamente intensivo com sessões que levam em média 30 a 40 horas semanais. As sessões em geral são realizadas de um-para-um, ou seja, a criança juntamente com o aplicador do programa. O ambiente é estruturado de forma a torná-lo agradável a criança, rejeitando punições e “premiando” o comportamento desejado. Além disso, são definidos procedimentos de ajuda para evitar ao máximo o contato da criança com o erro, pois acreditamos num ensino prazeroso e com o mínimo de contato com a frustração e situações desagradáveis.


De acordo com os resultado, progressos e dificuldades da criança o procedimento de ensino pode sofrer alterações, de modo que essa não é uma intervenção que possa ser feita apenas com a leitura de um manual. Sendo essencial, mesmo em uma intervenção via cuidadores, o acompanhamento de um profissional capacitado.

Na intervenção ABA o profissional elabora um currículo que depende de cada criança, mas geralmente é amplo; incluindo habilidades acadêmicas, de linguagem, sociais, de cuidados pessoais, motoras e de brincar. O intenso envolvimento da família e da escola no programa é uma grande contribuição para o seu sucesso, uma vez que possibilita o aumento da intensidade da intervenção.


Uma de suas metodologias é o Treino por Tentativas Discretas que se caracteriza por dividir sequências de aprendizado em passos pequenos ensinados um de cada vez durante uma série de tentativas. Por exemplo: se na avaliação de uma criança observa-se que ela necessita aprender uma série de comportamentos acadêmicos desejados, mas ela ainda não emite o comportamento de sentar. Deve-se primeiro treiná-la para que adquira este comportamento – sentar. É muito provável que nas primeiras tentativas de ensinar a criança a sentar seja necessário que ela receba ajuda física de outra pessoa. Logo imediatamente após o sentar, o aplicador do programa deve dar algum tipo de reforço, ou seja, libera um estímulo que aumentará a frequência deste comportamento. Este procedimento é repetido várias vezes até o comportamento ser adquirido e emitido independente da ajuda do adulto.

Bianca dos Santos Tsubaki

Psicóloga

CRP-06/157226

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CRP 06/5050/J

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